Minha vida é uma história de um inconsciente que se realizou“
C. G Jung
Dizem que a vida imita a arte. Eu imaginei, na poesia ‘ciclo’, que a arte imita o mito.
Joseph Cambell disse que o mito é a canção da Vida. Assim, na visão dele, a canção é o veículo do mito. E o que é uma canção se não uma peça de arte?
Disse que a arte imita o mito inspirado por diversas pinturas da arte religiosa que já tive a oportunidade de ver, as quais procurei prestar atenção em cada detalhe, sem mesmo saber o porquê. Imaginava a razão por trás de repetir as histórias já tão esgarçadas, manifestas, recontadas. Por que retratá-las de novo?
Acho que uma das respostas é, precisamos retratá-las de novo para contornar com realidade os símbolos do inconsciente – ou do inconsciente coletivo tal qual os mitos – para que a consciência deguste seus significados de forma mais fácil.
No cinema contemporâneo também se reconstroem os mitos. Há sim um lado comercial, explorado a exaustão por Hollywood que usa jornadas mitológicas para criar identificações profundas e vender mais. Não julgo. Prefiro pensar que a reconstrução do mito é benéfica já que nos mune de ferramentas para transformar a realidade.
Aqui há um paralelo entre A história de São Jorge contra o Dragão e uma construção mitológica contemporânea do cinema, no filme Matrix de 1997.
Para quem não se lembra, as cenas seguintes mostram que, depois de vencer o agente Smith, Neo encontra sua ‘princesa’ Trinity e inicia uma nova história.
Minha vida é uma história de um inconsciente que se realizou“
Super tédio |-)
Só entrei nesse site pq tenho q fazer uma pesquisa de escola.
Tô quase arrancando os meus olhos..
cuidado Raquel, não arranca os olhos não, vai ficar parecendo uma gréia – http://pt.wikipedia.org/wiki/Greias – . Mesmo não tendo gostado do blog, gostei da sua visita e do seu comentário. se eu puder ajudar na sua pesquisa de escola, estou por aqui
Abração
Karam